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	<title>Infochoice</title>
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	<description>Site da Empresa</description>
	<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 12:20:41 +0000</pubDate>
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		<title>Implementando Project Server 2007 no Hyper-V</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 10:52:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marconi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Virtualização]]></category>

		<category><![CDATA[cpu]]></category>

		<category><![CDATA[hyper-v]]></category>

		<category><![CDATA[instalação]]></category>

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		<category><![CDATA[project server 2007]]></category>

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		<description><![CDATA[A lista abaixo representa um sumário dos requisitos da instalação e configuração descritos na seção Implementando o Project Server 2007 no Hyper-V deste guia.  Estes devem ser usados como uma lista de referência rápida para instalar, configurar e implementar o Project Server num ambiente Hyper-V. Links para relevantes seções são fornecidos para maiores informações.

Antes da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A lista abaixo representa um sumário dos requisitos da instalação e configuração descritos na seção Implementando o Project Server 2007 no Hyper-V deste guia.  Estes devem ser usados como uma lista de referência rápida para instalar, configurar e implementar o Project Server num ambiente Hyper-V. Links para relevantes seções são fornecidos para maiores informações.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Antes da Instalação</strong></p>
<p>Antes de instalar o Hyper-V:</p>
<p>•    Assegure de utilizar uma versão x64 do Windows Server 2008. Hyper-V está disponível somente para edições de 64-bits do Windows Server 2008.<br />
•    Assegure que seu processador suporte a virtualização assistida por hardware. O processador deve ser compatível com Intel VT ou AMD Virtualization (AMD-V).<br />
•    Utilize a opção de instalação Server Core do Windows Server°2008 para a partição raiz. Isso vai minimizar o overhead do servidor e melhorar a performance do Hyper-V.<br />
•    Execute somente a função de servidor Hyper-V na partição raiz.<br />
•    Assegure que hardware-assisted virtualization e Data Execution Prevention (DEP) estejam presentes e habilitadas.<br />
Criando Máquinas Virtuais</p>
<p><strong>Quando Criar máquinas virtuais Hyper-V:</strong><br />
•    Use um disco rígido virtual de tamanho fixo (VHD) para melhorar a performance comparada com VHDs redimensionados dinamicamente para drives de sistema operacional.<br />
•    Utilize discos pass-through para altas atividades de I/O.<br />
•    Configure os discos pass-through como offline na partição raiz Hyper-V.<br />
•    Use controlador SCSI para conectar discos pass-through. O controlador SCSI só pode ser instalado se os serviços de integração do Hyper-V estiverem instalados. Então, a utilização de controlador SCSI para conectar discos pass-through vai garantir que os serviços de integração do Hyper-V estão instalados, que vai permitir uma performance melhor de disco I/O.<br />
Nota: não conecte um sistema de disco para um controlador SCSI. Um disco virtual que contem um sistema operacional deve ser conectado em um controlador IDE.<br />
•    Utilize Network Adapter ao invés de Legacy Network Adapter quando configurar a rede para máquinas virtuais.  O legacy network adapter é desenhado para sistemas operacionais que não suportam componentes de integração.<br />
•    Assegure que componentes de integração (“enlightenments”) estejam instalados na máquina virtual.<br />
•    Sempre que possível, configure um mapeamento um-para-um entre processadores lógicos e virtuais. Para mais informações sobre configuração de um mapeamento um-para-um entre processadores virtuais e lógicos, veja “Otimize a Performance do Processador” na seção Otimizando a Performance no Hyper-V.<br />
Instalando e Configurando o Project Server<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Mantenha o seguinte em mente quando instalar e configurar o Project Server:</strong><br />
•    Para minimizar o tempo para instalar máquinas virtuais, crie uma imagem base consistindo somente do sistema operacional guest e pré-requisitos de software. Use o SysPrep para preparar a imagem VHD para reutilização, e então baseie todas as suas máquinas virtuais (VMs) nesta VHD.<br />
Nota: use o SysPrep antes de instalar o Project Server. Depois que o Project Server 2007 estiver instalado, o SysPrep não será mais suportado porque o Project Server 2007 armazena a informação de configuração que o SysPrep não interpreta e não recupera. Para mais informações sobre o SysPrep, acesse http://support.microsoft.com/?kbid=926028<br />
•    Para instruções como instalar o Project Server 2007 em um sistema operacional, acesse Project Server 2007 SP1 Guia de Implementação em http://technet.microsoft.com/en-us/library/cc197280.aspx<br />
•    Veja as planilhas de implementação do Project Server 2007 em http://technet.microsoft.com/en-us/library/cc197549.aspx<br />
•    Para orientação na configuração, manutenção e monitoramento da sua solução, veja o guia de Operações Project Server 2007 em http://technet.microsoft.com/en-us/library/cc197578.aspx<br />
•    Para ajustar a instalação do seu Project Server 2007, siga as orientações da seção “Otimizando a Performance” na seção Project Server 2007 TechCenter em  http://technet.microsoft.com/en-us/library/cc197519.aspx<br />
•    Quando for resolver problemas relacionados à CPU nas máquinas virtuais Hyper-V, veja “Medindo a Performance do Processador” na seção Medindo a Performance no Hyper-V.</p>
<p><strong>Instalando e Configurando o Hyper-V</strong></p>
<p>Antes de instalar o Hyper-V, siga as instruções disponíveis em “How to Install Windows Server 2008 Hyper-V” na página http://go.microsoft.com/fwlink/?LinkId=119204<br />
O documento “The Performance Tuning Guidelines for Windows Server 2008” fornece detalhes de ajustes do Windows Server 2008 e inclui uma seção específica dando ênfase ao Hyper-V. O documento está disponível em http://go.microsoft.com/fwlink/?LinkId=121171<br />
Pré-requisitos de Plataforma Hyper-V<br />
Hyper-V é uma função de servidor disponível para edições 64-bits do Windows Server 2008. Adicionalmente, o hardware físico deve suportar a virtualização assistida por hardware. Isso significa que o processador deve ser compatível com as tecnologias Intel VT ou AMD Virtualization (AMD-V), e a BIOS do sistema deve suportar Data Execution Prevention (DEP). A DEP deve ser habiltada.<br />
Determinando os Requisitos de Hardware<br />
Devido à demanda da consolidação de servidor, os servidores Hyper-V tendem a consumem mais CPU e memória e necessitam de maior largura de banda de disco I/O do que servidores físicos com carga de computação comparável. Para implementar um ambiente que atenderá as expectativas, considere os fatores abaixo para determinar os requisitos exatos de hardware para o seu servidor.<br />
Opções de Configuração de Armazenamento<br />
O hardware de armazenamento deve fornecer suficiente largura de banda de I/O e capacidade de armazenamento para atender as atuais e futuras de máquinas virtuais que você planeja hospedar. Existe uma permuta quando escolhemos a configuração de armazenamento para o Hyper-V entre o uso da capacidade e a performance que ela pode fornecer.<br />
Ao planejar a configuração de armazenamento, considere os requisitos do ambiente que você vai fornecer. Os requisitos para produção, pré-produção e ambientes de desenvolvimento podem diferenciar consideravelmente.<br />
Se você estiver implementando um ambiente de produção do Project Server 2007 no Hyper-V, a performance será um requisito chave. Para evitar contenção de I/O de disco em sistemas de produção ocupados, aloque um drive físico separado para cada arquivo VHD que você for usar.<br />
Tipicamente, ambientes de desenvolvimento não possuem rigorosos requisitos de performance, porque a maximizar a utilização de recursos tende a ser a principal prioridade. Então, neste caso, considere hospedar múltiplos arquivos VHD em um único servidor.<br />
Hyper-V suporta diferentes tipos de opções de armazenamento de disco. Cada opção de armazenamento pode ser conectada via controlador IDE ou SCSI ao computador. O melhor nível de performance é fornecido usando discos pass-through; o próximo nível de performance é obtido usando discos fixos VHD. Um potencial benefício de utilizar o controlador SCSI sobre o controlador IDE é que o mesmo só funcionará corretamente se os componentes de integração do sistema operacional tiverem sido instalados na máquina virtual guest.<br />
Para atividades intensivas de leitura-escrita, como a hospedagem de um banco de dados SQL Server, faz-se o uso da opção de discos pass-through. A opção pass-through permite que as máquinas virtuais tenham acesso direto ao disco físico, e ela contorna o sistema de arquivo NTFS na partição raiz.</p>
<p><strong>Considerações sobre Rede, CPU e Memória </strong></p>
<p><strong>Rede</strong><br />
Project Server 2007 tende a demonstrar alta utilização de rede. Então, quando a performance de rede for o aspecto, considere alocar um adaptador físico de rede separado para cada máquina virtual.<br />
Ao configurar uma máquina virtual, assegure de usar o network adapter ao invés de legacy network adapter. O legacy network adapter é destinado para sistemas operacionais que não suportam os componentes de integração.<br />
Para medir a performance de rede, use o contador monitor de performance “\Network Interface \Bytes Total/sec” no sistema operacional host para medir a performance geral do adaptador de rede. Se você identificar que o adaptador físico ocupado use o contador “\Hyper-V Virtual Network Adapter (*)\Bytes/sec” no sistema operacional guest para identificar qual adaptador de rede de máquina virtual está gerando a carga.</p>
<p><strong>CPU</strong><br />
Hyper-V suporta diferentes números de processadores para diferentes tipos de sistemas operacionais; isto é sumarizado na tabela abaixo. Para ganhar máxima performance atualmente disponível para o Project Server 2007 SP1, instale-o num sistema operacional guest Windows 2003 64-bit ou 32-bit, ambos suportam dois processadores por máquina virtual.<br />
Configure um mapeamento um-para-um entre processadores virtuais e físicos para evitar excessiva troca de contexto que resulta em degradação de performance.<br />
O contador Monitor de Performance “\Hyper-V Hypervisor Logical Processor(_Total)\% Total Run Time” mede a utilização geral dos recursos de todas as máquinas virtuais e o hypervisor no servidor físico. Se o valor estiver acima de 90%, o servidor está sendo executado em sua capacidade máxima; alocar processador virtual adicional neste cenário pode degradar a performance geral do sistema e deve ser evitado.</p>
<p><strong>Memória</strong><br />
O servidor físico requer memória suficiente para a partição raiz e quaisquer máquinas virtuais rodando no servidor. Durante o teste, o mínimo de 2 GB de memória foi alocado para partição raiz e o contador monitor de performance Memory/Available Mbytes foi monitorado para garantir que nenhuma pressão de memória seja vivenciada.<br />
A quantidade de memória que deveria ser alocada para cada máquina virtual num ambiente Project Server 2007 depende da carga de trabalho e do tipo de processamento que será realizado. Há muitos fatores que afetam os requisitos de memória de uma instalação de Project Server 2007, incluindo:<br />
•    Número de usuários<br />
•    Número de projetos sendo publicados<br />
•    Tamanho do projeto<br />
•    Campos customizados corporativos (enterprise custom fields)<br />
Para uma lista completa dos fatores que afetam a memória, leia “Plan for Performance and Capacity in the Project Server 2007” TechCenter em http://technet.microsoft.com/en-us/library/cc303416.aspx<br />
Proativamente monitore o contador Memory/Available Mbytes para cada máquina virtual e a própria partição raiz. As seguintes orientações de Medindo a Performance no Hyper-V devem ser usadas para determinar se existe memória física suficiente para a máquina virtual e para partição raiz:<br />
•    50% de memória livre disponível ou mais = Saudável (Healthy)<br />
•    25% de memória livre disponível = Monitore (Monitor)<br />
•    10% de memória disponível = Advertência (Warning)<br />
•    Menos do que 5% de memória livre disponível = Crítico (Critical), a performance será adversamente afetada.</p>
<p><strong>Escolhendo a Versão do Sistema Operacional Raiz</strong><br />
Hyper-V é suportado num server core com uma instalação completa de uma edição 64 bits do Windows Server 2008. Se você quiser minimizar o overhead de uma partição raiz, a instalação Server Core pode ser usada. A função Hyper-V pode ser remotamente gerenciada de uma Hyper-V Manager MMC num sistema diferente. A instalação Server Core fornece um perfil menor de memória e de disco, deixando então mais recursos disponíveis para as máquinas virtuais.<br />
Se você escolher a instalação completa do Windows Server 2008, assegure que a partição raiz seja dedicada somente para a função de servidor Hyper-V. A execução de funções adicionais consome mais memória, disco, processador e recursos de rede e vai degradar a performance.</p>
<p><strong>Criando Suas Máquinas Virtuais</strong><br />
Depois de instalada e configurada a função servidor Hyper-V, você precisará criar as máquinas virtuais. Antes de fazer isso, sera útil responder as seguintes questões:<br />
•    Qual edição do Windows Server 2008 será usado para executar o Hyper-V?<br />
•    Qual a configuração de armazenagem será usada?<br />
•    Quantos processadores virtuais o sistema operacional guest vai suportar?<br />
•    Quanta memória será alocada para a máquina virtual?<br />
•    Quantas máquinas virtuais eu posso executar no meu Servidor Hyper-V?<br />
•    Como vou instalar o sistema operacional na máquina?<br />
Os passos 2-4 no guia “Step-by-Step Guide to Getting Started with Hyper-V” fornecerão instruções completas de como criar e configurar máquinas virtuais no Hyper-V. Este guia está disponível no seguinte link: http://go.microsoft.com/fwlink/?LinkId=122588</p>
<p><strong>Instalando o Sistema Operacional Base</strong><br />
Todas as opções disponíveis para uma instalação de um servidor físico estão disponíveis no Hyper-V. Uma mídia de CD/DVD-ROM de boot ou uma imagem ISO pode ser usada para fazer uma instalação manual. Uma instalação via rede pode ser feita se a máquina virtual tiver sido configurada com um adaptador de rede conectado na mesma rede do servidor de imagem.</p>
<p>Importante: Qualquer que seja o método de instalação escolhido, por razões de performance, é crítico que os componentes de instalação do sistema operacional estejam instalados para cada máquina virtual sendo executada no Hyper-V. Os componentes de integração fornecem um conjunto de drivers e serviços que permitem às máquinas virtuais serem executadas por dispositivos sintéticos. Os Dispositivos sintéticos evitam a necessidade de emular os dispositivos, como os utilizados nos sistemas operacionais que não suportam os componentes de integração. Dispositivos emulados causam grande overhead de sistema do que os dispositivos sintéticos.</p>
<p><strong>Instalando e Configurando o Project Server</strong><br />
Quando for instalar o Project Server 2007 num ambiente virtual, siga as mesmas práticas como se fosse um ambiente físico. Os seguintes recursos devem ser utilizados para instalação e configuração do o Project Server:<br />
•    O guia de Implementação do Project Server 2007 fornece detalhes completos de como configurar o Project Server 2007 em ambos ambientes single-server e farm. Este guia está disponível em: http://go.microsoft.com/fwlink/?LinkId=79599&amp;clcid=0&#215;409<br />
•    O artigo &#8220;Installing Project Server 2007 in Windows Server 2008&#8243; no TechNet fornece detalhes de como instalar o Project Server 2007 num único servidor Windows Server 2008. O artigo está disponível no link http://technet.microsoft.com/en-us/library/cc531331.aspx</p>
<p>Fonte: <strong>Guia de Recomendações Project Server 2007 e Hyper-V</strong><br />
Tradução voluntária: Marconi Fábio Vieira, PMP, MVP em Project</p>
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		<item>
		<title>Project Server em Ambiente Virtualizado Hyper-V</title>
		<link>http://infochoice.com.br/2010/01/project-server-em-ambiente-virtualizado-hyper-v/</link>
		<comments>http://infochoice.com.br/2010/01/project-server-em-ambiente-virtualizado-hyper-v/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 10:06:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marconi</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Project Server 2007 é completamente suportado quando instalado em um sistema operacional suportado que está rodando o Windows Server 2008 Hyper-V. Suporte para SQL Server 2005 quando instalado em um sistema operacional suportado que está rodando o Hyper-V é fornecido como suporte “comercialmente razoável”. “Suporte comercialmente razoável” é definido como todo esforço razoável de suporte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Project Server 2007 é completamente suportado quando instalado em um sistema operacional suportado que está rodando o Windows Server 2008 Hyper-V. Suporte para SQL Server 2005 quando instalado em um sistema operacional suportado que está rodando o Hyper-V é fornecido como suporte “comercialmente razoável”. “Suporte comercialmente razoável” é definido como todo esforço razoável de suporte pela Microsoft Customer Service &amp; Support (CSS) que não requer alteração de códigos para SQL Server 2005.</p>
<p><strong>Visão Geral dos Recursos do Hyper-V</strong><br />
Existem muitas razões convincentes para considerar a implementação do Project Server 2007 em um ambiente virtualizado Hyper-V. Enquanto existem alguns overheads de performance associados com a camada de virtualização que permite executar um sistema operacional guest em uma máquina virtual, um dos principais objetivos do Hyper-V foi minimizar este overhead e por conseguinte maximizar a performance do sistema operacional guest. Sistemas operacionais guest rodando em uma máquina virtual Hyper-V fornece a performance aproximada de um sistema operacional rodando no hardware físico se os drivers necessários para o cliente servidor virtual e serviços estiverem instalados no sistema operacional guest. O código do servidor virtual Hyper-V (VSC), também conhecido como Hyper-V enlightened I/O, possibilita o acesso direto ao Hyper-V “Virtual Machine Bus” e está disponível com a instalação dos serviços de integração do Hyper-V. Ambos Windows Server 2008 e Windows Vista suportam o Hyper-V enlightened I/O com os serviços de integração do Hyper-V. Os serviços de integração do Hyper-V que fornecem os VSC drivers também estão disponíveis para outros clientes de sistema operacionais, incluindo o Windows Server 2003.</p>
<p>Notas<br />
•    Para mais informações sobre o Windows Server 2008 Hyper-V, acesse “Virtualização e Consolidação” em http://go.microsoft.com/fwlink/?LinkID=121187<br />
•    Para mais informações aprofundadas sobre os benefícios de investimento na tecnologia de virtualização fornecida pelo Hyper-V, leia o whitepaper, &#8220;Benefícios de Virtualização Avançados das Edições do Windows Server 2008 para a Corporação,&#8221; disponível para download em  http://go.microsoft.com/fwlink/?LinkId=123530</p>
<p><strong>Vantagens do Hyper-V</strong><br />
As vantagens de executar soluções no nível corporativo num ambiente virtualizado Hyper-V incluem as seguintes:<br />
1.    Consolidação de recursos de hardware: Múltiplos servidores físicos podem ser facilmente consolidados comparativamente em poucos servidores através da implementação da virtualização com Hyper-V. A consolidação acomoda o complete uso de recursos de hardware implementado.<br />
2.    Fácil de Administrar:<br />
•    Consolidação e centralização de recursos simplifica a administração.<br />
•    Implementação em grande e em pequena escala é acomodada facilmente.<br />
3.    Significante economia de custos:<br />
•    Custos de hardware são reduzidos significativamente porque múltiplas máquinas virtuais podem rodar numa única máquina física, então uma máquina física separada não é necessária para cada computador.<br />
•    Custos de licenciamento do Hyper-V estão incluídos com o custo de licenciamento do Windows Server 2008. Hyper-V pode ser também adquirido para uso como tecnologia stand-alone podendo ser instalado junto com a opção de instalação Server Core do sistema operacional Windows Server 2008.<br />
4.    Suporte a tolerância de falhas através do Hyper-V clustering : Porque o Hyper-V é uma aplicação que suporta cluster, o Windows Server 2008 fornece suporte nativo a clustering (soluções de alta disponibilidade) para máquinas virtuais criadas num ambiente virtualizado Hyper-V.<br />
5.    Fácil de implementar e gerenciar:<br />
•    Consolidação de servidores existentes em poucos servidores físicos simplifica a implementação.<br />
•    Uma solução completa de gerenciamento Hyper-V está disponível com o System Center Virtual Machine Manager. Para mais informações, acesse http://go.microsoft.com/fwlink/?LinkID=111303<br />
6.    Características chaves de performance Hyper-V:<br />
•    Arquitetura melhorada de compartilhamento de hardware: Hyper-V fornece acesso melhorado e utilização de recursos principais, como disco, rede, e vídeo, quando rodando sistema operacional guest que tem um kernel hypervisor-aware que estão equipados com o código necessário virtual server client (VSC) (conhecido como Hyper-V enlightened I/O). &#8220;Enlightenments&#8221; são aprimoramentos feitos para o sistema operacional que ajudam a reduzir o custo de certas funções do sistema operacional como gerenciamento de memória. Windows Server 2008 e Windows Vista suportam Hyper-V enlightened I/O e um kernel hypervisor-aware através da instalação dos serviços de integração do Hyper-V. Componentes de integração, que incluem os drivers VSC, estão também disponíveis para outros clientes de sistemas operacionais. A performance de disco é crítica para intensivo I/O de disco para aplicações corporativas como Microsoft Project Server 2007. Além do Hyper-V enlightened I/O; o Hyper-V fornece o suporte a disco “Pass-through” que provê performance de disco equivalente a performance física do disco. Note que o suporte de disco “Pass-through” fornece performance melhorada a um custo pequeno para conveniência. “Pass-through” discos são discos físicos/LUNs essenciais que são anexados a uma máquina virtual e não suportam algumas das funcionalidades de discos virtuais, como Virtual Machine Snapshots.<br />
•    Suporta Processador com virtualização assistida por hardware: Hyper-V tira proveito completo de processador com virtualização assistida por hardware, disponíveis nas mais recentes tecnologias de processadores.<br />
•    Suporta Multi-core (SMP) no sistema operacional guest: Hyper-V fornece a habilidade de suportar até 4 processadores num ambiente de máquina virtual, que permite as aplicações tirar proveito da funcionalidade de multithreading em uma máquina virtual. Máquinas virtuais executando Windows Server 2003 suportam até dois processadores, então o Project Server 2007 pode suportar somente dual cores.<br />
•    Suporta sistemas operacionais guest de 32 e 64-bits: Hyper-V fornece amplo suporte para a execução simultânea de diferentes tipos de sistemas operacionais, incluindo sistemas de 32-bit e 64-bit através de diferentes plataformas de servidor, como Windows, Linux®, e outras.<br />
7.    Experiência comprovada: Sites chaves da Microsoft Web, como MSDN (http://msdn.microsoft.com/en-us/default.aspx) e TechNet (http://technet.microsoft.com/en-us/default.aspx), são hospedados em ambientes Hyper-V.<br />
8.    Suporte complete do produto: Porque as aplicações corporativas da Microsoft (tipo Exchange Server e SQL Server) são completamente testadas em Hyper-V, a Microsoft fornece suporte a correções de códigos para estas aplicações quando implementadas e rodando em um ambiente Hyper-V.<br />
9.    Escalabilidade: Poder de processamento adicional, largura de banda de rede e capacidade de armazenamento podem ser facilmente compartilhados pelos recursos disponíveis do computador hospedeiro (host) para as máquinas virtuais convidadas (guest). Isto exige que o computador host seja atualizado ou que as máquinas virtuais guest sejam movidas para um computador host com maior capacidade.<br />
Para mais informações sobre Windows Server 2008 Hyper-V, acesse “Virtualização e Consolidação” em http://go.microsoft.com/fwlink/?LinkID=121187</p>
<p><strong>Arquitetura Hyper-V</strong><br />
Hyper-V is uma tecnologia baseada em hypervisor para versões x64 do Windows Server 2008. O hypervisor é uma plataforma de virtualização específica de processador que permite múltiplos sistemas operacionais isolados compartilhar uma única plataforma de hardware.<br />
O Hyper-V suporta a isolação em termos de partição. Uma partição é uma unidade lógica de isolação, suportada por um hypervisor, onde é executado o sistema operacional. O Microsoft hypervisor deve ter pelo menos uma partição pai, ou raiz, rodando uma edição 64-bits do sistema operacional Windows Server 2008. A pilha de virtualização é executada na partição raiz e tem acesso direto aos dispositivos de hardware. A partição raiz então cria partições filhas que hospedarão os sistemas operacionais guest. Uma partição raiz cria partições filhas usando a interface de programação de aplicação (API) hypercall.<br />
Partições não têm acesse ao processador físico, nem manipulam as interrupções do processador. Ao invés disso, elas têm uma visão virtual do processador e são executadas numa região de endereço de memória virtual que é particular para cada partição guest. O hypervisor manipula as interrupções para o processador redirecionando-os para suas respectivas partições. O Hyper-V pode também acelerar em termos de hardware a tradução de endereço entre vários espaços de endereços virtuais guest usando um Input Output Memory Management Unit (IOMMU) que opera independente do hardware de gerenciamento de memória usado pela CPU. Um IOMMU é usado para remapear os endereços de memória física para os endereços que são usados pelas partições filhas.<br />
As partições filhas também não têm acesso direto a outros recursos de hardware e são apresentadas uma visão virtual dos recursos, como dispositivos virtuais (VDevs). Requisições para dispositivos virtuais são redirecionados para o VMBus ou o hypervisor para os dispositivos na partição pai, que manipula as requisições. O VMBus é um canal de comunicação lógico entre as partições. A partição pai armazena os Virtualization Service Providers (VSPs) que se comunicam sobre o VMBus para manipular o acesso dos dispositivos das partições filhas. As partições filhas hospedam Virtualization Service Consumers (VSCs) que redirecionam as requisições para os VSPs na partição pai via VMBus. Este processo inteiro é transparente para o sistema operacional guest .<br />
Virtual Devices podem tirar proveito dos recursos de virtualização do Windows Server, chamado &#8220;enlightened I/O,&#8221; para armazenagem, rede, gráficos e input subsystems. Enlightened I/O é uma implementação especializada de virtualização de protocolos de comunicação de alto nível (tipo SCSI) que utiliza o VMBus diretamente, contornando qualquer camada de emulação de dispositivo. Isso torna a comunicação mais eficiente mas requer um enlightened guest que é o hypervisor e o VMBus. Hyper-V enlightened I/O e um kernel hypervisor kernel são fornecidos via instalação dos serviços de integração do Hyper-V. Componentes de integração, que incluem drivers de cliente de servidor virtual (VSC), estão também disponíveis para clientes de outros sistemas operacionais. O Hyper-V requer um processador que suporta a virtualização assistida por hardware, como fornecido pelas tecnologias Intel VT ou AMD Virtualization (AMD-V).</p>
<p><strong>Visão Geral da Arquitetura do Hyper-V</strong><br />
Abreviaturas e termos são usados no diagrama acima e estão descritos abaixo:<br />
•    APIC: Advanced Programmable Interrupt Controller — um dispositivo que permite níveis de prioridades serem designados para suas saídas de interrupções.<br />
•    Child Partition: Partição que hospeda um sistema operacional guest — Todos os acessos a memória física e dispositivos pela partição filha são fornecidos via Virtual Machine Bus (VMBus) ou pelo hypervisor.<br />
•    Hypercall: Interface para comunicação com o hypervisor — A interface hypercall acomoda acessos para otimizações fornecidas pelo hypervisor.<br />
•    Hypervisor: Uma camada de software que fica entre o hardware e um ou mais sistemas operacionais. Sua principal função é prover ambientes de execução isolados chamados partições. O hypervisor controla e arbitra acessos para a base de hardware.<br />
•    IC: Integration component — Componente que permite às partições filhas se comunicarem com as partições e com o hypervisor.<br />
•    I/O stack: Input/output pilha.<br />
•    MSR: Memory Service Routine.<br />
•    Root Partition: Gerencia funções de nível de máquina tipo drivers de dispositivos, gerenciamento de energia e device hot adição/remoção. A partição (ou pai) raiz é a única partição que tem acesso direto à memória física e aos dispositivos.<br />
•    VID: Virtualization Infrastructure Driver — Fornece serviços de gerenciamento de partições, serviços de gerenciamento de processador virtual e serviços de gerenciamento de memória para partições.<br />
•    VMBus: Virtual Machine Bus — Mecanismo de comunicação baseado em canais usado para comunicação entre as partições e enumeração de dispositivos nos sistemas com múltiplas partições virtualizadas ativas. O VMBus é instalado com os Serviços de Integração do Hyper-V (Integration Services).<br />
•    VMMS: Virtual Machine Management Service — Responsável por gerenciar o estado de todas as máquinas virtuais nas partições filhas.<br />
•    VMWP: Virtual Machine Worker Process — Um componente modo de usuário da pilha de virtualização. O worker process fornece serviços de gerenciamento de máquinas virtuais da instância do Windows Server 2008 na partição raiz para o sistema operacional guest nas partições filhas. O Virtual Machine Management Service gera um worker process para cada máquina virtual em execução.<br />
•    VSC: Virtualization Service Client — Uma instância de dispositivo sintético que reside na partição filha. Os VSCs utilizam recursos de hardware que são fornecidos pelos Virtualization Service Providers (VSPs) na partição raiz. Eles se comunicam com os respectivos VSPs na partição raiz sobre  VMBus para responder às requisições de I/O de uma partição filha.<br />
•    VSP: Virtualization Service Provider — Reside na partição raiz e fornece suporte a dispositivo sintético para as partições filhas sobre o Virtual Machine Bus (VMBus).<br />
•    WinHv: Biblioteca Windows Hypervisor Interface— Essencialmente uma porta entre os drivers do sistema operacional particionado e o hypervisor que permite aos drivers chamar o hypervisor usando convenções de chamada padrão do Windows.<br />
•    WMI: O Virtual Machine Management Service expõe um conjunto de Windows APIs baseadas em Management Instrumentation (WMI) para gerenciar e controlar máquinas virtuais.<br />
A maioria dos termos está definida no Glossário.</p>
<p>Fonte: <strong>Guia de Recomendações Project Server 2007 e Hyper-V</strong><br />
Tradução voluntária: Marconi Fábio Vieira, PMP, MVP em Project</p>
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		<title>Solução Microsoft para Virtualização</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Jan 2010 11:32:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marconi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Virtualização]]></category>

		<category><![CDATA[centro de dados dinâmico]]></category>

		<category><![CDATA[consolidação de servidores]]></category>

		<category><![CDATA[continuidade de negócios e recuperação de desastres]]></category>

		<category><![CDATA[hyper-v]]></category>

		<category><![CDATA[máquinas virtuais]]></category>

		<category><![CDATA[Microsoft System Center Virtual Machine Manager]]></category>

		<category><![CDATA[teste e desenvolvimento]]></category>

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		<description><![CDATA[Os potenciais benefícios de economia de custos de virtualização de servidor, em conjunto com as recentes melhorias nas tecnologias de virtualização, têm deixado o departamento de TI de prontidão para avaliar novas e existentes aplicações no esforço de identificar sistemas candidatos apropriados para virtualização de servidor. A maioria das avaliações busca descobrir o custo total [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os potenciais benefícios de economia de custos de virtualização de servidor, em conjunto com as recentes melhorias nas tecnologias de virtualização, têm deixado o departamento de TI de prontidão para avaliar novas e existentes aplicações no esforço de identificar sistemas candidatos apropriados para virtualização de servidor. A maioria das avaliações busca descobrir o custo total da virtualização.</p>
<p>O custo total de virtualização é a soma de custos monetários para hardware e operações de TI mais o custo de desempenho de virtualização comparado com o custo de desempenho alcançado num ambiente físico. Este artigo enfoca exclusivamente no custo de desempenho de virtualização.</p>
<p>A tecnologia Windows Server® 2008 Hyper-V™ cria novas oportunidades para virtualização de servidor. Comparado com seu ilustre predecessor, Microsoft Virtual Server 2005 R2, Hyper-V demonstra desempenho melhorado de máquina virtual e integração firme com o sistema operacional hospedeiro. Hyper-V torna mais eficiente o a utilização de hardware de sistema físico e recursos do sistema operacional hospedeiro.</p>
<p>E conseqüentemente reduz as despesas gerais associadas com a virtualização. Em outras palavras, Hyper-V impõem um significante menor custo de desempenho do que o Virtual Server. O menor custo de desempenho de virtualização nos permite considerar a virtualização de servidores de aplicação cujos requisitos de desempenho não são facilmente obtidos usando máquinas virtuais sendo executadas num Virtual Server.</p>
<p>A virtualização de servidor oferece às empresas a oportunidade de executar múltiplos sistemas operacionais em um único servidor físico. Isso possibilita a consolidação de servidores subutilizados em um número menor de computadores utilizados plenamente. Ao implementar a virtualização, as empresas podem minimizar os custos operacionais e de gasto de capital associados com a implementação e operação de servidores necessários para as aplicações corporativas.</p>
<p>O sistema operacional Windows Server 2008 fornece a tecnologia Hyper-V para acomodar a consolidação de servidores através da virtualização de múltiplas instâncias de sistemas operacionais num único servidor físico.</p>
<p>Hyper-V é fornecido como parte do núcleo do Windows Server 2008 ou como um produto stand-alone para tornar o mais fácil possível para os clientes abraçar a virtualização na organização. Existem muitos cenários chaves para implementação do Hyper-V:</p>
<p>•    Consolidação de Servidores: Minimiza a base de servidores e despesas operacionais e de gasto de capital (TCO) associados com a execução de aplicações pela consolidação de múltiplos servidores físicos em um computador.</p>
<p>•    Teste e Desenvolvimento: Utilizando máquinas virtuais, os desenvolvedores e arquitetos podem rapidamente testar novas tecnologias e cenários em um ambiente seguro que reflete precisamente as características de um ambiente físico. A virtualização possibilita que novos computadores sejam disponibilizados em uma ampla plataforma de sistemas operacionais sem a necessidade de aquisição de novo hardware. Isso fornece uma grande plataforma para teste e ambiente de desenvolvimento.</p>
<p>•    Continuidade de Negócios e Recuperação de Desastres: Hyper-V contém poderosos recursos de continuidade de negócios, como o backup em tempo real e a migração rápida, para que as empresas possam atender aos parâmetros rigorosos de tempo de ativação e resposta.</p>
<p>•    Centro de Dados Dinâmico: Combinando o Hyper-V com a suíte de ferramentas Microsoft System Center, empresas podem automatizar a configuração e monitoramento de máquinas virtuais.</p>
<p>Para mais informações sobre o Microsoft System Center Virtual Machine Manager acesse <a title="Site Microsoft sobre Virtualização" href="http://go.microsoft.com/fwlink/?LinkId=111303" target="_blank">http://go.microsoft.com/fwlink/?LinkId=111303</a></p>
<p>Fonte: <strong>Guia de Recomendações Project Server 2007 e Hyper-V</strong><br />
Tradução voluntária: Marconi Fábio Vieira, PMP, MVP em Project</p>
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		<title>Novidades do Project Standard 2010</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 17:15:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marconi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Microsoft Project]]></category>

		<category><![CDATA[Adicionar nova tag]]></category>

		<category><![CDATA[ferramentas de planejamento]]></category>

		<category><![CDATA[novidades]]></category>

		<category><![CDATA[Project 2010]]></category>

		<category><![CDATA[Project Standard 2010]]></category>

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		<description><![CDATA[Com significantes atualizações e melhorias no visual, o Microsoft Project Standard 2010 fornece uma maneira intuitiva e mais fácil de completar de maneira eficaz todos os tipos de tarefas. Destacam-se seis áreas nas novidades do Microsoft Project Standard 2010:
•    Interface de Usuário Fluent™
•    Utilização tipo Excel
•    Programação Controlada pelo Usuário
•    Planejador de Equipes
•    Visão da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com significantes atualizações e melhorias no visual, o Microsoft Project Standard 2010 fornece uma maneira intuitiva e mais fácil de completar de maneira eficaz todos os tipos de tarefas. Destacam-se seis áreas nas novidades do Microsoft Project Standard 2010:</p>
<p>•    Interface de Usuário Fluent™<br />
•    Utilização tipo Excel<br />
•    Programação Controlada pelo Usuário<br />
•    Planejador de Equipes<br />
•    Visão da Linha de Tempo<br />
•    Colaboração Aprimorada</p>
<p>INTERFACE DE USUÁRIO FLUENT™<br />
Novos menus gráficos, guias orientadas a tarefas e menus agrupados por contexto, tornam mais fáceis para o usuário familiarizar-se com o aplicativo. Aprenda sobre os recursos e controle de rica formatação com janelas pop-up e galerias. Seja mais produtivo escolhendo os seus próprios menus de opções, barras de acesso rápido e configurações padrão. Salve seus cronogramas para os formatos SPS e PDF. Compartilhe, imprima e publique informações do projeto com apenas um clique usando a nova visão Microsoft Office Backstage.</p>
<p>UTILIZAÇÃO TIPO EXCEL<br />
Copiar e colar aprimorado, facilitando ainda mais a colaboração com outras aplicações Office. Adicione colunas dinamicamente, através da inserção de dados sem ter que primeiro selecionar o tipo de dado. Entrada simplificada de dados com auto-completar exibindo uma lista de valores previamente inseridos. Ajuste automático de texto eliminando formatações extras alterando tamanho de linha para exibir os nomes completos das tarefas. Garimpagem rápida de dados análise de resultados com fácil acesso de filtragem para todas as colunas. Crie ênfase com ricas opções de cores e formatação de texto para expressar idéias e resolver problemas de várias maneiras.</p>
<p>PROGRAMAÇÃO CONTROLADA PELO USUÁRIO<br />
Ganhe flexibilidade com a programação controlada pelo usuário – programe manualmente as tarefas com as informações que você tem no momento ou escolha programar as tarefas com datas e durações calculadas. Fique alerta com os potenciais problemas no cronograma observando as informações sublinhadas. Obtenha insight com o Inspetor de Tarefas para rastrear os problemas e resolvê-los de maneira eficaz. Suporte ao planejamento de ondas sucessivas e crie previsões de alto nível usando manualmente as tarefas resumo. Identifique brechas comparando manualmente tarefas resumo com informações das subtarefas. Utilize tarefas ativas ou inativas para realizar análises do tipo E-Se (cenários).</p>
<p>VISÃO DA LINHA DE TEMPO<br />
Crie visões da linha de tempo com gráficos mais modernos para expressar o seu cronograma e planejamento. É fácil enxergar e compartilhar os detalhes visuais das tarefas, marcos e fases. Alcance seu público com um novo impacto visual, simplesmente copiando a linha de tempo e a enviando por e-mail, criando um apresentação ou qualquer documento com a formatação de alto impacto visual mantida.</p>
<p>PLANEJADOR DE EQUIPES<br />
Visualize um mix de recursos e designações com uma simples e intuitiva visão de recursos. Arraste e solte para planejar eficazmente as tarefas e otimizar os recursos para seu time inteiro e projeto. Identifique rapidamente tarefas sem recursos alocados para resolver de maneira proativa os problemas. Navegue sobre as tarefas para visualizar instantaneamente os detalhes. Seja visualmente alertado de potenciais problemas escolhendo manualmente o nivelamento de recursos enquanto você trabalha. Nivelamento automático sobre os recursos supera alocados tarefa por tarefa usando o Inspetor de Tarefas para instantaneamente perceber os resultados.</p>
<p>COLABORAÇÃO APRIMORADA<br />
Melhore a colaboração da equipe compartilhando informações de maneira mais eficaz – simplesmente salve, imprima ou publique de forma de gerenciar na visão do Microsoft Office Backstage. Converta a lista de tarefas do SharePoint Foundation 2010 para os integrantes da equipe atualizar o status das tarefas – sincronize automaticamente para receber atualizações diretamente nos seus planos de projetos.</p>
<p>EXPLORE MAIS<br />
No link abaixo você obterá informações detalhadas sobre as novas funcionalidades do Microsoft Project Standard 2010, acessará blogs e assistirá a vídeos demonstrativos. Além disso, poderá conhecer as novas funcionalidades das outras versões do Project 2010 (Professional e Server).<br />
<a title="Microsoft Project 2010" href="http://www.microsoft.com/project/2010/en/us/default.aspx" target="_blank">http://www.microsoft.com/project/2010/en/us/default.aspx</a></p>
<p>Obs: Marconi fez a <em>tradução livre, não oficial e voluntária</em> do documento da Microsoft “whats_new_desktopo.dpf”</p>
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		<title>Guia Para Implementação de  Ferramentas de Gestão de Projetos</title>
		<link>http://infochoice.com.br/2009/12/guia-para-implementacao-de-ferramentas-de-gestao-de-projetos/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 11:18:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marconi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>

		<category><![CDATA[banco de dados]]></category>

		<category><![CDATA[CA]]></category>

		<category><![CDATA[Compuware]]></category>

		<category><![CDATA[Ferramentas de Gestão de Projetos]]></category>

		<category><![CDATA[guia de implementação]]></category>

		<category><![CDATA[Microsoft]]></category>

		<category><![CDATA[Planview]]></category>

		<category><![CDATA[Primavera]]></category>

		<category><![CDATA[servidores]]></category>

		<category><![CDATA[visibilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Artigo publicado no site da Revista Mundo PM
www.mundopm.com.br
Existem no mercado diversas ferramentas de gerenciamento de projetos, mas antes de adotar uma como padrão é aconselhável conhecer os seus recursos tecnológicos, limitações, custos, formas de licenciamento, benefícios e confrontá-los com as reais necessidades de sua implementação.
Este artigo pretende apoiar o leitor no processo de decisão e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Artigo publicado no site da Revista Mundo PM<br />
<a title="Revista Mundo PM" href="http://www.mundopm.com.br" target="_blank">www.mundopm.com.br</a></p>
<p>Existem no mercado diversas ferramentas de gerenciamento de projetos, mas antes de adotar uma como padrão é aconselhável conhecer os seus recursos tecnológicos, limitações, custos, formas de licenciamento, benefícios e confrontá-los com as reais necessidades de sua implementação.</p>
<p>Este artigo pretende apoiar o leitor no processo de decisão e alertá-lo dos principais pontos de atenção que devem ser considerados na escolha e na implementação de uma ferramenta de gestão de projetos. Não pretendo esgotar o assunto, até porque a evolução e benefícios dessas ferramentas mudam consideravelmente de uma versão para outra, de um ano para o outro, e de acordo com as tendências do mercado. Espero fornecer através deste guia o caminho das pedras do que deve ser considerado em projetos de implementação de ferramentas de gestão de projetos baseado nas tecnologias e recursos que estão disponíveis atualmente.</p>
<p>Abordarei também algumas características dos projetos de implementação dessas ferramentas, bem como a equipe típica - perfil de profissionais tanto do cliente quanto da empresa contratada - que devem ser alocados para proporcionar uma implementação de sucesso. E para finalizar uma breve lista das principais ferramentas de gestão de projetos disponíveis no mercado.</p>
<p><strong>Pontos de Atenção – Tecnologias, Recursos e Benefícios</strong></p>
<p>No processo de escolha de uma ferramenta de gestão de projetos você deve levar em conta alguns recursos, tais como:</p>
<p>A ferramenta de gerenciamento de projetos deve aproveitar o máximo das tecnologias de rede e dos servidores banco de dados. Com a tecnologia de rede todos os interessados pelo projeto podem acessar remotamente a mesma informação ou informações diferentes ao mesmo tempo. Isso garante o compartilhamento dos recursos e otimiza o tempo e o deslocamento das pessoas para obterem tais informações. Já os servidores de banco de dados permitem o armazenamento das informações dos projetos de forma centralizada e mais segura. Ao invés de utilizarmos aquela profusão de arquivos que nem sempre temos a garantia de estarem atualizados, armazenamos dados consistentes nestes servidores, os quais estão organizados em forma de tabelas inter-relacionadas, dando uma roupagem mais consistente para as informações, permitindo pesquisá-las de maneira mais rápida para extrairmos de lá exatamente o que queremos saber. A base de dados deve ser única e integrada.<br />
Deve ter uma interface amigável e utilizar também acessos via browser, tipo Internet Explorer ou Netscape, dando uma visibilidade (transparência) maior dos projetos para todos os interessados.<br />
Cadastro de usuários integrado com os usuários da rede. Neste cadastro deve ser possível determinar o perfil de cada usuário, informando o que ele poderá ou não acessar na base de dados dos projetos.<br />
Criação de políticas de segurança para serem aplicadas para grupos de usuários.<br />
Administração e configuração dos servidores através de uma central web.<br />
Integração ou a possibilidade de se integrar com as informações dos setores Financeiro, Contábil e Suprimentos/Compras da organização ou com aplicações do tipo SAP R/3 e seus módulos (MM, FI, HR, CO, etc).<br />
Possibilidade de automatizar os templates da metodologia de gerenciamento de projetos através do preenchimento das informações em formulários via web.<br />
Criação automática de um site do projeto onde todas as informações podem ser armazenadas e centralizadas, bem como disponibilizar e gerenciar toda documentação do projeto a partir do site do projeto (inclusive com controle de versão de documentos). No site do projeto deve ter seções de anúncios, eventos, gereciamento de riscos, gerenciamento de pontos de atenção, armazenamento de fotos do projeto, grupos de discussões, blogs, pesquisas de opiniões, links, lixeira para recuperação de informações excluídas no site do projeto e uma busca de conteúdos. Além disso, a ferramenta deve permitir habilitar no site do projeto um sistema de alerta para que os usuários sejam informados via e-mail sobre todas as modificações, inclusões e exclusões de conteúdos (rastreabilidade).<br />
Elaboração e visualização da Estrutura analítica de dados (WBS) do projeto.<br />
Alocação nominal de recursos nas tarefas através de um Pool de Recursos. Estes recursos são armazenados no banco de dados e devem ser os mesmos usuários da rede.<br />
Envio automático de mensagens e alertas para acompanhamento das tarefas dos cronogramas, onde os recursos alocados poderão informar e acompanhar o avanço físico das mesmas, bem como serem avisados via web e via e-mail das tarefas que estão em atraso ou das tarefas que já deveriam iniciar e que ainda não iniciaram. A freqüência do envio dos alertas deve ser configurada pelo próprio usuário.<br />
A ferramenta deve oferecer também um processo formal de aceite ou rejeição pelo gerente do projeto dos avanços físicos dos recursos alocados nas tarefas dos cronogramas.<br />
Acesso ao cronograma do projeto via web e a possibilidade de vincular riscos, documentos e pontos de atenção às tarefas do cronograma.<br />
A ferramenta deve oferecer o recurso de Análise de Valor Agregado (EVA), bem como exibir graficamente as Curvas-S dos projetos.<br />
Time Sheet (Apontamento de Horas) por parte dos recursos alocados nos cronogramas dos projetos.<br />
Fornecer diversos relatórios de acompanhamento do projeto, os quais também possam ser parametrizados pelo próprio usuário.<br />
Acesso ao site do projeto, bem como ao cronograma e todas as funcionalidades de apontamento das horas via intranet e Internet.<br />
Módulo de gerenciamento de portfólio de projetos. Os usuários deste módulo são os executivos e tomadores de decisões, analistas de portfólios, a equipe do escritório de projetos, gerentes de programas e gerentes de projetos. Com o gerenciamento de portfólios é possível identificar, selecionar, gerenciar e implementar os portfólios que melhor estão alinhados com as estratégias de negócios das empresas. Estes módulos dão aos executivos uma maior visibilidade, insights e controle através de seus projetos, programas e portfólios. Este módulo conta também com um painel de controle executivo, com indicadores de desempenho e gráficos variados.</p>
<p><strong>Características de Um Projeto de Implementação de Ferramentas de Gestão de Projetos</strong></p>
<p>A implementação de uma ferramenta de gestão de projetos deve ser conduzida como um projeto, com início, meio e fim. Todas as áreas do conhecimento com seus processos, entradas, ferramentas e técnicas e saídas podem e devem ser utilizados para gerenciar um projeto dessa natureza.</p>
<p>A iniciativa de implementação de uma ferramenta de gestão de projetos pode começar isoladamente num setor da organização. Mas o interessante é logo no início termos a percepção de que essas ferramentas fornecem uma gama de recursos para serem utilizadas por todos os setores da organização e por um amplo público de usuários das mais diferentes funções organizacionais. Estas ferramentas normalmente fornecem o cadastramento de perfis de usuários, os quais podem acessar e visualizar informações diferentes dos projetos e pertinentes a sua função dentro da organização.</p>
<p>Um projeto de implementação de ferramentas de gestão de projetos pode conter fases como a pré venda do fornecedor, onde são apresentadas as funcionalidades e benefícios da ferramenta e estabelecendo as bases comerciais de contratação dos serviços de implementação e as formas de licenciamento da solução. Nesta fase quanto mais pessoas você puder envolver será melhor. No próximo tópico do artigo cito alguns perfis que devem estar presentes na equipe típica de um projeto de implementação de ferramentas de gestão de projetos, tanto do lado do cliente quanto do lado da empresa contratada.</p>
<p>Na seqüência pode haver uma fase de análise de requisitos, onde são identificadas as necessidades dos usuários, o entendimento do negócio da empresa, bem como o conhecimento dos processos atuais de gerenciamento de projetos e as melhorias com a implementação da ferramenta. Aqui vale uma dica no momento de escolher uma ferramenta de gestão de projetos: a ferramenta é que deve se adaptar ao máximo aos processos atuais de gerenciamento de projetos da sua empresa e não ao contrário. As ferramentas atuais são projetadas para serem parametrizadas e customizadas através de configurações e desenvolvimento de sistemas. Logo nas fases inciais você deve identificar quais serão as customizações a adaptações necessárias para que a ferramenta atenda as suas necessidades atuais e futuras.</p>
<p>Depois vem a fase do projeto piloto, onde normalmente se instala um ambiente default do tipo sand box, migra-se um projeto fictício para o banco de dados onde o usuário poderá testar a vontade as funcionalidades e perceber os benefícios e recursos da ferramenta. Nesta fase é importante haver também um treinamento básico das funcionalidades default da ferramenta para um grupo de pessoas com pelo menos um representante de cada setor envolvido na implementação.</p>
<p>De posse dos requisitos documentados e validados pelos usuários e áreas envolvidas, configura-se o ambiente com as parametrizações e são implementadas todas as customizações necessárias para entrar em ambiente de produção, para onde são migrados todos os projetos atuais e futuros para o banco de dados. É aconselhável que essa fase seja assistida por uma equipe de consultores por algum período para dirimir dúvidas até que os usuários se sintam seguros para utilizar a ferramenta conforme eles mesmos especificaram. Após a implementação é conveniente que sejam alocadas em tempo integral pelo menos duas pessoas para administrar e dar suporte na ferramenta, sendo uma pessoa da parte do cliente e outra da parte da empresa que implementou a solução. Durante a implementação você deve fomentar treinamentos específicos de administração e de suporte para usuários da sua organização.</p>
<p>Mas antes de optar pela contratação de empresas especializadas para implementar a ferramenta de gestão de projetos escolhida é necessário fazer algumas perguntas: será que o software de gestão de projetos que já temos desenvolvido internamente não poderia ser melhorado? Será que temos na nossa empresa e conseguimos reunir em tempo integral as pessoas com a capacitação necessária para implementar uma solução informatizada de gerenciamento de projetos? É uma iniciativa muito saudável quando valorizamos a prata da casa e lançamos um desafio para eles. Caso a resposta a esta pergunta seja negativa, então você deve contratar mesmo uma consultoria especializada no assunto e de preferência que seja parceira certificada e credenciada dos fornecedores e com cases de sucesso onde você possa ir até lá, visitar o site e obter do cliente o nível de satisfação e quais foram os ganhos percebidos após a implementação.</p>
<p><strong>Equipe Típica de um Projeto de Implementação de Ferramentas de Gestão de Projetos</strong></p>
<p>Uma equipe típica para tais implementações deve conter representantes dos dois lados: do cliente e da empresa contratatda para fazer a implementação. Do lado do cliente é necessário em primeiro lugar obter um suporte formal da alta gerência e de um patrocinador com bala na agulha. Tanto a alta gerência quanto o patrocinador devem ter conchecimentos prévios e aprofundados dos recursos e benefícios de tais ferramentas. Você pode obter essas informações de pelo menos quatro maneiras: 1) acesse ao site das empresas provedoras das ferramentas de gestão de projetos e leia o máximo que você puder sobre o assunto e observe a quantidade de informação que elas oferecem em seus sites, principalmente no quesito suporte, forums e blogs; 2) comente com colegas de outras empresas que você está em processo de escolha de uma ferramenta de gestão de projetos e peça a opinião deles; 3) ou entre em contato com as empresas especializadas na implementação de ferramentas de gestão de projetos e solicite uma visita para demonstração dos recursos tecnológicos, benefícios e forma de licenciamento; 4) Consulte a pesquisa do Gartner para avaliar os pontos fortes e fracos das ferramentas. Ainda do lado do cliente deve ser envolvida pelo menos uma pessoa da equipe de planejamento dos projetos que conhecem a fundo o ciclo de vida dos projetos da organização bem como os produtos que os mesmos geram. Seria interessante também contar com pelo menos uma pessoa do escritório de projetos (metodologia), uma pessoa do planejamento estratégico da empresa (gestão de portfolio de projetos) e outra pessoa do RH ou Gestão de Mudanças para se envolverem no processo de implementação. Precisamos olhar para a implementação de ferramentas de gerenciamento de projetos de forma corporativa e identificar o impacto e os benefícios que serão percebidos em cada setor estratégico da organização. E para compor a equipe do cliente você deve designar um gerente de projeto ou facilitador entre a sua empresa e a empresa contratada para fazer a implementação.</p>
<p>Do lado da consultoria especializada na implementação de ferramentas de gerenciamento de projetos serão necessárias algumas pessoas com os seguintes perfis: o gerente de projeto que deve atuar tanto como analista de negócios que conhece o negócio do cliente para que as devidas adaptações sejam feitas na ferramenta e como gerente de projeto com conhecimento técnico e amplo da solução e seus benefícios; um gerente de contas para cuidar do relacionamento com o cliente; um profissional de infra-estrutura de rede que será responsável pela instalação dos servidores e configuração das políticas de segurança; outro especializado em servidores de banco de dados que poderá trabalhar em conjunto com pelo menos dois recursos de desenvolvimento em Java ou em .NET para fazerem as devidas customizações. E para compor a equipe da empresa contratada você deverá contar com profissionais especializados em treinamento de usuários. Estes treinamentos devem ser negociados com o pessoal do RH ou da Gestão de Mudanças e serem adaptados de forma prática para utilização imediata da solução.</p>
<p><strong>Players do Mercado - Fornecedores de Ferramentas de Gerenciamento de Projeto</strong></p>
<p>Existem institutos de pesquisas que fornecem estudos comparativos, análises e tendências de mercado em relação às soluções de tecnologia da informação nas áreas de software, hardware e serviços. A maioria dessas pesquisas está disponível para aquisição através dos sites como o Gartner, referência internacional de TI, que dever ser sempre consultado no momento de avaliar as futuras soluções nas áreas supracitadas.  Cada área é segmentada, por exemplo, Software: Aplicações e Infra-estrutura. As pesquisas são divididas em mercado, tópicos e indústrias e podem ser facilmente localizadas no site. Este tópico do artigo tem como base as informações disponíveis no “Magic Quadrant for IT Project and Portfolio Management, 2007”.</p>
<p>O estudo do Gartner está dividido nos seguintes tópicos: Market Overview, Market Definition/Description, Inclusion and Exclusion Criteria, Evaluation Criteria, Leaders, Challengers, Visionaries, Niche Players, Vendor Strengths and Cautions. O estudo fornece, conforme um dos tópicos acima, uma análise imparcial apontando os pontos fortes e fracos de cada ferramenta.</p>
<p>No quadrante “Leaders” deste estudo feito por especialistas estão os seguintes players do mercado: CA Clarity, Primavera Systems, HP PPM, Microsoft Project, Planview e Compuware. São as empresas líderes de mercado até o ano de 2007 que fornecem soluções e ferramentas de gestão de projetos. Confira abaixo no mapa mental as outras empresas nos respectivos quadrantes.</p>
<p>A cada ano é realizada uma nova pesquisa, onde as empresas do quadrante Challengers podem migrar para o quadrante Leaders ou empresas do quadrande Niche Players podem figurar no quadrante Visionares no próximo ano. A escolha de uma ferramenta de gestão de projetos deve levar em consideração o ano da pesquisa do Garner e o ano em que a mesma será implementada.</p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>Com o advento das novas ferramentas de gestão de projetos, os aplicativos que continuam armazenando seus arquivos em drives locais e que não utilizam recursos tecnológicos como a rede, os servidores de banco de dados e as interfaces Web poderão passar por sérias dificuldades para se manterem no mercado, que já sinalizou os benefícios de se utilizar tais tecnologias. As empresas que adotarem essas ferramentas sairão à frente das outras e com certeza serão mais competivas, pois terão nas mãos mais do que uma ferramenta de gestão de projetos, poderão contar com um sistema de informação de gestão de projetos para tomada decisões. Afinal, em minha opinião, gestão de projetos signifca gestão da informação!</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Priorizando riscos o mais simples possível</title>
		<link>http://infochoice.com.br/2009/12/priorizando-riscos-o-mais-simples-possivel/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 11:11:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marconi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Gestão de Riscos]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor: David Hillson
www.risk-doctor.com
Muitos esforços são direcionados na priorização de riscos, de tal forma que um nível de atenção apropriado pode ser dedicado em lidar com eles. Vários parâmetros diferentes podem ser usados para classificar os riscos, embora seja comum utilizarmos dois parâmetros: probabilidade e impacto. Outros fatores relevantes podem incluir: urgência, se o risco pode [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Autor: David Hillson<br />
<a title="David Hillson - Risk Doctor" href="http://www.risk-doctor.com" target="_blank">www.risk-doctor.com</a></p>
<p>Muitos esforços são direcionados na priorização de riscos, de tal forma que um nível de atenção apropriado pode ser dedicado em lidar com eles. Vários parâmetros diferentes podem ser usados para classificar os riscos, embora seja comum utilizarmos dois parâmetros: probabilidade e impacto. Outros fatores relevantes podem incluir: urgência, se o risco pode ser administrado ou seu custo de resposta, etc. As pessoas gastam muito tempo na priorização porque elas conhecem sua importância em concentrar-se nos riscos maiores e evitar desperdiçar esforços nos riscos menores. Será que não estamos sendo muito severos? Talvez uma abordagem mais simples de classificação de riscos funcionaria melhor.</p>
<p>No serviço de saúde, recursos são geralmente esticados, com tempo ou fundos insuficientes para tratar cada paciente que necessita de ajuda. Nas situações que os médicos não podem examinar todos os pacientes, é comum adotar uma abordagem do tipo triagem, primeiro filtrando todos os pacientes para decidir quais precisam se consultar com o médico e quais podem ser tratados por uma enfermeira. As decisões podem ser tomadas baseadas na severidade dos sintomas ou na urgência do tratamento. A decisão de triagem médica é geralmente feita por um profissional júnior<br />
seguindo orientações simples, dividindo os pacientes em dois ou três grupos para serem atendidos em seguida.</p>
<p>Os negócios funcionam no setor de energia adotando uma abordagem similar para classificar seus campos petrolíferos, usando a classificação 3P para dividi-los em três grupos. No primeiro grupo, as reservas são comprovadas (proven) e as operações comerciais podem seguir em frente com alto grau de confidência. Então existem as reservas prováveis (probable), onde a chance de recuperar o petróleo é menor, embora continue sendo viável. Finalmente temos os campos classificados como possíveis (possible), significando que o petróleo pode estar presente, mas existe um alto grau de incerteza se poderá ser recuperado comercialmente.</p>
<p>Este simples esquema de priorização contrasta severamente com o nível de detalhe encontrado nos processos de riscos. É comum para equipes de projetos ou gerentes argumentarem demoradamente sobre a probabilidade de um risco particular ocorrer será de 10%, 12% ou 15%, e debater se impacto provável vai ser de $10 ou $11 milhões. Mesmo quando escalas genéricas são utilizadas, as pessoas gastam muito tempo discutindo entre a classificação como Baixa ou Média. Talvez possamos aprender alguma coisa com a abordagem da triagem médica ou com a classificação dos 3Ps do setor de energia.</p>
<p>É importante lembramos o propósito da priorização de riscos. Não estamos tentando obter uma estimativa precisa da probabilidade da ocorrência de cada risco, ou determinar o impacto potencial contra os objetivos de maneira detalhada. Na maioria das vezes consideramos justamente uma longa lista de riscos, onde existem muitos riscos para que todos recebam o mesmo nível de atenção. Precisamos dividir em três grupos, para focalizar aqueles que necessitam de gestão urgente, então lidar com outros riscos importantes, e meramente monitorar os restantes. O uso de semáforos indicadores vermelho-amarelo-verde reflete esta classificação geral dos riscos em suas prioridades<br />
alta-média-baixa.</p>
<p>A separação de riscos em dois ou três grupos de prioridades não requer esquemas de classificação complexos ou detalhados. Tudo que é necessário é comparar os riscos com os limites definidos e decidir se cada risco particular estará acima ou abaixo destes limites. Em alguns casos podemos meramente comparar um risco com outro para determinar uma priorização relativa, sem considerar valores absolutos de probabilidade e de impacto. Devemos ter cuidado de não procurar por detalhes excessivos para este propósito. Se um risco está na lista dos “Dez Primeiros” ele necessita de atenção urgente, e não importa se está na terceira ou quarta posição da lista. Todos os riscos “em<br />
vermelho” devem ser tratados como alta prioridade e não devemos nos preocupar se alguns são mais vermelhos do que os outros.</p>
<p>Leonardo da Vinci disse: “Simplicidade é a sofisticação final”. Este é um bom conselho quando se trata de priorização de riscos.</p>
<p>Traduzido voluntariamente por Marconi Fábio Vieira</p>
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		<title>Qual é o seu maior risco?</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 11:07:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marconi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Gestão de Riscos]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor: David Hillson
www.risk-doctor.com
Não deveria ser muito difícil responder esta pergunta “Qual é o maior risco em seu projeto ou negócio?” A maioria de nós sabe o que nos mantém acordados à noite, ou porque estamos preocupados com o que pode dar errado (ameaças), ou empolgados com as possíveis melhorias (oportunidades). Mas como decidimos qual é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Autor: David Hillson<br />
<a title="David Hillson - Risk Doctor" href="http://www.risk-doctor.com" target="_blank">www.risk-doctor.com</a></p>
<p>Não deveria ser muito difícil responder esta pergunta “Qual é o maior risco em seu projeto ou negócio?” A maioria de nós sabe o que nos mantém acordados à noite, ou porque estamos preocupados com o que pode dar errado (ameaças), ou empolgados com as possíveis melhorias (oportunidades). Mas como decidimos qual é o maior risco? Será apenas um sentimento intuitivo ou existem parâmetros mensuráveis que podemos usar?</p>
<p>É muito comum usarmos apenas dois fatores para determinar o tamanho dos riscos: probabilidade e impacto. Eles estimam como provavelmente o risco incerto pode ocorrer e quão significante seu efeito seria se realmente acontecer. Probabilidade e impacto estão relacionados ao tamanho do risco porque eles descrevem duas características fundamentais de todo risco:</p>
<p>1. Cada risco é incerto, o que significa que ele não pode acontecer, e “probabilidade” reflete o grau de incerteza se ele vai acontecer ou não.</p>
<p>2. Um risco que acorre afeta nossa habilidade de alcançar um ou mais objetivos, e “impacto” descreve nossa predição do perímetro de quais objetivos seriam afetados.</p>
<p>Existem, porém, muitas outras características importantes de riscos que podemos usar quando respondemos a questão “Qual é o maior risco?” Por exemplo:</p>
<p>* Pode ser administrado – Com que facilidade lidamos com o risco? Podemos decidir que um risco de média-probabilidade/médio-impacto do qual não temos ação sobre ele seja mais arriscado do que um risco de alta-probabilidade/alto-impacto que seja simples de lidar.</p>
<p>* Proximidade – Se o risco acontece, quão breve esperamos que ele ocorra? Um risco que pode acontecer amanhã deveria se tratado como sendo mais importante do que um risco que pode não ocorrer antes do próximo mês ou do próximo ano.</p>
<p>* Familiaridade – Quão importante é o risco para mim, ou para minha equipe ou para o nosso negócio? Somos mais sensíveis aos riscos que nos afeta diretamente, e enxergamos os riscos dos outros como sendo menos importantes.</p>
<p>* Urgência – Quanto tempo dispomos para implementar uma resposta eficaz ao risco?Se agirmos agora em relação ao risco, deveríamos classificá-lo como alta prioridade do que outro onde demoramos responder.</p>
<p>* Relação – Este risco está relacionado com outros riscos? Um risco com links ou dependências complexos com muitos outros riscos deve ser tratado com maior prioridade do que um risco com simples dependência.</p>
<p>Podemos desejar considerar estes e outros fatores quando tentamos decidir quão grande um risco é, e qual nível de prioridade deveremos associar ao mesmo. Simplesmente avaliar a probabilidade e o impacto é uma forma limitada de determinação do tamanho do risco. É claro que se você usar mais dimensões para determinar o tamanho do risco, se tornará mais difícil desenvolver algoritmos de classificação apropriados e apresentar os resultados. Por exemplo a tradicional Matrix de Probabilidade-Impacto lida somente com aquelas duas características, e outras ferramentas são necessárias para lidar com dimensões adicionais – por exemplo gráfico de bolhas ou medidores de risco.</p>
<p>A pergunta “Qual é o maior risco?” parece simples, mas devemos evitar a armadilha de responder de<br />
maneira muito simplista.</p>
<p>[Muitos destes aspectos são discutidos no guia “<em>Prioritising Project Risks</em>” publicado recentemente pelaAssociação de Gestão de Projetos do Reino Unido - APM Association for Project Management (APM). Maiores<br />
detalhes no link<a title="APM" href="http://www.apm.org.uk/PrioritisingProjectRisk.asp" target="_blank"> http://www.apm.org.uk/PrioritisingProjectRisk.asp</a>.]</p>
<p>Traduzido por Marconi Fábio Vieira</p>
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		<title>Quando aprender para sempre?</title>
		<link>http://infochoice.com.br/2009/12/quando-aprender-para-sempre/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 11:02:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marconi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Gestão de Riscos]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor: David Hillson
www.risk-doctor.com
O satírico espanhol Jorge Santayana escreveu em 1905 “Aqueles que não se lembram do passado estão condenados a repeti-lo”. Suas opiniões ecoaram naqueles do século 18 como o filósofo alemão Friedrich Hegel que nos lembrou que “A única coisa que aprendemos da história é que não aprendemos nada da história”!
Estes comentários sobre a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Autor: David Hillson<br />
<a title="David Hillson - Risk Doctor" href="http://www.risk-doctor.com" target="_blank">www.risk-doctor.com</a></p>
<p>O satírico espanhol Jorge Santayana escreveu em 1905 “Aqueles que não se lembram do passado estão condenados a repeti-lo”. Suas opiniões ecoaram naqueles do século 18 como o filósofo alemão Friedrich Hegel que nos lembrou que “A única coisa que aprendemos da história é que não aprendemos nada da história”!</p>
<p>Estes comentários sobre a história se aplicam igualmente para o mundo da gestão de riscos. É muito comum ouvir um gestor sênior ou equipe de projeto reclamar que “O mesmo risco sempre acontece.” A primeira vez que ouvi alguém dizer isso eu reagi instintivamente e disse-lhe que considerava não muito profissional permitir que o mesmo risco continuasse acontecendo. Meu ponto de vista está resumido no provérbio do Risk Doctor:</p>
<p style="text-align: center;"><em>“</em><em>Se um risco acontece uma vez, é compreensível;<br />
Se o mesmo risco acontece duas vezes, é azar;<br />
Se o mesmo risco acontece três vezes, é inaceitável.”</em></p>
<p>É claro que a natureza do risco é ser incerta, e algumas vezes os riscos ocorrem mesmo para um bom gestor de risco. Então podemos entendê-la que um risco pode ocorrer ocasionalmente, mesmo implementando uma grande gama de esforços de gestão de riscos. E se o mesmo risco ocorre pela segunda vez nas mesmas circunstâncias, então pode ser resultado de azar e não necessariamente devido ao mau gerenciamento. Mas se um risco ocorre pela terceira vez então alguma coisa está errada. Talvez exista fraqueza sistêmica que expõem a organização ou projeto à repetição do risco. Ou talvez os indivíduos e o time tenham um ponto cego onde eles falham consistentemente em enxergar um risco particular. Ou um procedimento rotineiro ou processo podem ser falhos e produz o mesmo risco toda vez que eles são executados.</p>
<p>Estes dizeres aplicam-se particularmente aos riscos negativos (também chamados ameaças), pois geram situações ruins quando ocorrem. Porém, a mesma idéia também é verdadeira para os riscos positivos ou oportunidades, onde é compreensível perder uma oportunidade específica, mas não permitiremos que ela se repita. Neste caso a frase “risco acontece” no provérbio deveriam ser substituídas por “oportunidade é perdida”.</p>
<p>A tendência das pessoas, projetos e negócios para repetição de erros, permitindo as mesmas ameaças acontecerem ou pela constante perda das mesmas oportunidades, precisa ser interrompida. Precisamos nos transformar em organizações e indivíduos que aprendem, estando atentos ao que acontece em nossa volta, e buscar por lições aprendidas para melhorar o futuro.</p>
<p>Isto é particularmente verdade quando se diz respeito aos riscos, já que nos dão a chance de direcioná-los de maneira pró ativa. A natureza futura dos riscos cria um espaço gerencial no qual podemos agir para mudar o futuro.</p>
<p>Um ponto final é importante quando consideramos a reclamação que riscos geralmente ocorrem repetidamente. Deveríamos desafiar todos aqueles que dizem “O mesmo risco sempre acontece.” Se identificarmos um evento ou um conjunto de circunstâncias que sempre ocorrem em todos os projetos ou acontecem toda vez que vivenciamos a mesma situação, então precisamos questionar se isto é um risco de fato. Todos os riscos são incertos, significando que<br />
eles podem ou não acontecer. Se não é incerto então ele não é um risco. Eventos ou condições que sempre ocorrem deveriam ser tratados como fatos e nossos procedimentos operacionais padrões devem levá-los em consideração.</p>
<p>Não devemos ficar surpresos por alguma coisa que “sempre acontece” e devemos estar prontos para lidar com ela, desenvolvendo uma resposta em nosso planejamento, aprendendo de experiências prévias similares, e estando preparados para interromper as ameaças repetidas ou capturar as oportunidades recorrentes.</p>
<p>Traduzido por Marconi Fábio Vieira</p>
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		<title>Tudo a ver com Objetivos</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 10:56:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marconi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Gestão de Riscos]]></category>

		<category><![CDATA[Gestão Corporativa de Riscos - Enterprise Risk Management (ERM)]]></category>

		<category><![CDATA[objetivos]]></category>

		<category><![CDATA[riscos]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor: David Hillson
www.risk-doctor.com
A definição mais simples de risco como “incerteza que importa” fornece dois testes simples para verificar se uma
coisa é realmente arriscada ou não. A primeira e a mais óbvia característica de um risco verdadeiro é que ele é
incerto. Se alguma coisa é um fato, restrição, requisito, problema ou aspecto, então não é um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Autor: David Hillson<br />
<a title="David Hillson - Risk Doctor" href="http://www.risk-doctor.com" target="_blank">www.risk-doctor.com</a></p>
<p>A definição mais simples de risco como “incerteza que importa” fornece dois testes simples para verificar se uma<br />
coisa é realmente arriscada ou não. A primeira e a mais óbvia característica de um risco verdadeiro é que ele é<br />
incerto. Se alguma coisa é um fato, restrição, requisito, problema ou aspecto, então não é um risco. Porém,<br />
nem todas as incertezas são riscos, que nos leva ao segundo teste de um risco real: ele é importante? A<br />
maioria das incertezas no universo não é risco porque ela é irrelevante. A única razão que precisamos<br />
identificar, compreender e gerenciar é se o risco é importante.</p>
<p>Então como você sabe se um risco é importante ou não? Novamente existe um teste simples: Se ele acontecer,<br />
afetaria a realização de um ou mais objetivos? Objetivos definem e descrevem o que importa. Para projetos<br />
eles nos informam sobre os requisitos dos resultados, entregas, tempo, custo e desempenho. Objetivos<br />
pessoais podem se relacionar com saúde, carreira, família ou satisfação. Objetivos para organizações podem<br />
incluir aumento do valor das ações, melhoria na satisfação do cliente, proteção da reputação e sustentabilidade<br />
operacional.</p>
<p>A conexão explícita entre risco e objetivos explica porque a gestão de riscos é tão importante em todos os<br />
aspectos do esforço humano:</p>
<p>* Os processos de riscos requerem objetivos definidos claramente. Não é possível definir riscos sem um contexto. Primeiro devemos saber o que é “em risco”, o que importa, o que estamos tentando alcançar. Somente então encontraremos os riscos que podem afetar os objetivos. Onde os objetivos não estão claros, os processos de riscos nos forçam a parar e defini-los antes de continuarmos.</p>
<p>* A natureza proativa dos processos de riscos cria espaço de gestão, dando tempo para pensar, refletir e considerar a melhor resposta. Usando os processos de riscos como um radar é possível sermos avisados com antecedência de como abordar as incertezas que podem afetar nossos objetivos.</p>
<p>* Os processos de riscos identificam incertezas específicas que podemos endereçar. Isso inclui ambas as ameaças que podem atrasar o nosso progresso, bem como as oportunidades que podem nos ajudar. Expondo estes fatores antecipadamente, os processos de riscos nos dão a chance de fazer alguma coisa sobre eles antes que seja muito tarde. Quando ações proativas não são possíveis, temos tempo de decidir sobre os planos de contingência, ou talvez possamos mudar a direção ou até mesmo parar tudo.</p>
<p>* A priorização de riscos pelos seus potenciais de afetar os objetivos (bem como suas chances de acontecerem) garante que estamos dando mais atenção aos riscos mais importantes.</p>
<p>* Direcionar adequadamente as respostas aos riscos deve maximizar nossas chances de alcançar os objetivos, removendo ou reduzindo uma proporção significante de possíveis efeitos negativos de ameaças para os nossos objetivos. Elas também devem ajudar a capturar algumas oportunidades e transformá-las em benefícios reais, produzindo um ótimo resultado. Elas devem ajudar a capturar algumas oportunidades e transformá-las em benefícios reais, produzindo um ótimo resultado.</p>
<ul></ul>
<ul></ul>
<ul></ul>
<ul></ul>
<ul></ul>
<p>Garantir que teremos objetivos claros, nos fará pensar antecipadamente sobre o que pode afetar quando nos deparamos com eles, identificando os riscos mais importantes, e nos ajudará a encontrar meios apropriados de<br />
lidar com eles. Os processos de riscos nos darão a melhor chance possível para sermos bem sucedidos em<br />
alcançar os nossos objetivos. Isso, é claro, é o motivo pelo qual a gestão de riscos eficaz tem sido reconhecida<br />
com uma colaboradora essencial nos negócios, projetos e outras áreas da vida.</p>
<p>Existe outra implicação importante na conexão de riscos com os objetivos. Se risco é “incerteza que importa”, é<br />
transparente que nem todas as pessoas pensam iguais, porque elas possuem objetivos diferentes. O chefe, o<br />
gerente funcional e um trabalhador de linha de frente podem ter percepções diferentes do mesmo risco. É fácil<br />
implementar uma abordagem integrada de gestão de riscos na organização se houver uma coerente e alinhada<br />
hierarquia dos objetivos. Riscos podem ser escalados ou delegados entre os níveis organizacionais dependendo<br />
de quais objetivos serão afetados. Todos compreendem quais riscos devem gerenciar e em qual nível da<br />
organização, porque eles focam apenas nos seus próprios riscos que afetam seus objetivos. Gestão Corporativa<br />
de Riscos - Enterprise Risk Management (ERM) – depende de termos objetivos claros estabelecidos na<br />
corporação.</p>
<p>Não há dúvida – os riscos têm tudo a ver com os objetivos!</p>
<p>Traduzido por Marconi Fábio Vieira</p>
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		<title>Leis Universais de Gestão de Riscos</title>
		<link>http://infochoice.com.br/2009/12/leis-universais-de-gestao-de-riscos/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 10:50:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marconi</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Gestão de Riscos]]></category>

		<category><![CDATA[leis]]></category>

		<category><![CDATA[universais]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor:  David Hillson
www.risk-doctor.com
O termo “gestão de riscos” cobre muitos diferentes tipos de riscos, incluindo riscos estratégicos, riscos financeiros, riscos de reputações, riscos operacionais, riscos de projetos, riscos ambientais, riscos legais, riscos de contratos ou riscos técnicos, bem como governância corporativa, continuidade dos negócios e recuperação de desastres. Enquanto cada área dessas possui suas próprias linguagens, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Autor:  David Hillson<br />
<a title="David Hillson - Risk Doctor" href="http://www.risk-doctor.com" target="_blank">www.risk-doctor.com</a></p>
<p>O termo “gestão de riscos” cobre muitos diferentes tipos de riscos, incluindo riscos estratégicos, riscos financeiros, riscos de reputações, riscos operacionais, riscos de projetos, riscos ambientais, riscos legais, riscos de contratos ou riscos técnicos, bem como governância corporativa, continuidade dos negócios e recuperação de desastres. Enquanto cada área dessas possui suas próprias linguagens, processos e técnicas, existem princípios que se aplicam a todas elas. Isso pode ser chamado de “leis universais de gestão de riscos”.</p>
<p>A primeira lei de gestão de riscos é que o risco é incerteza. Um risco é alguma coisa no futuro que pode ou não ocorrer. Isso é vital para uma compreensão adequada de risco e sua gestão. Riscos não existem ainda, na verdade eles podiam nunca existir. Eles são eventos futuros potenciais ou conjunto de circunstâncias ou condições. Isso os faz bem diferentes de coisas que aconteceram no passado ou que atualmente existem no presente. Eventos do passado e do presente podem ser analisados e mensurados, mas eventos futuros podem ser somente imaginados ou estimados. Um risco que pode ou não pode existir no futuro, não pode ser vivenciado diretamente antes dele acontecer. Isso faz que os riscos sejam diferentes dos pontos de atenção, problemas ou restrições. Em todo tipo de gestão de riscos, o risco está no futuro, e herda a incerteza.</p>
<p>A segunda lei é que o risco importa. Se ele ocorre, o risco terá consequencias que o torna diferente em algum aspecto.  Não é possível ter um risco inconsequente, por definição. Enquanto vários tipos de gestão de riscos enfatiza os diferentes tipos de consequencia, todos concordam que um risco deve afetar alguma coisa. Isso é porque riscos são fortemente ligados aos objetivos. Onde quer que em algum campo do esforço humano esteja tentando alcançar alguma coisa, é possível identificar incertezas que podem afetar as chances do sucesso. Se os objetivos são para alcançar a governança corporativa, projetos bem sucedidos ou continuidade de negócios, a gestão de riscos concentra-se na identificação de possíveis eventos futuros que poderiam influenciar estes objetivos, e permite que sejam compreendidos e gerenciados eficazmente.</p>
<p>A terceira lei é que a gestão de risco é um processo. Elas podem ter diferentes passos, mas todas as abordagens de gestão de riscos fornecem um framework que é desenhado para maximizar ambos eficiência e eficácia. Embora os detalhes dos processos de riscos sejam diferentes, todo tipo de gestão de riscos tem duas partes importantes: análise e ação. Antes dos riscos serem gerenciados de maneira adequada, eles primeiro precisam ser identificados, descritos, compreendidos e avaliados. A análise é um primeiro passo necessário mas não é suficiente – ela precisa ser seguida pela ação. Um processo de risco que não conduz a implementação de ações para lidar com riscos identificados é incompleto e sem utilidade. O último alvo é a gestão do risco, não simplesmente analisá-lo.</p>
<p>Finalmente, a quarta lei é que o risco é gerenciado por pessoas. Os aspectos humanos da gestão de riscos são vitais para seu sucesso e eficácia. As pessoas implementam os processos, embora usamos máquinas para automatizar os cálculos, para armazenar os resultados ou para gerar os relatórios. Pessoas configuram os limites dos riscos, identificam os riscos, avaliam o grau de incerteza e a extensão dos possíveis impactos, propõem respostas apropriadas e implementa as ações negociadas. Isso requer julgamentos, estimativas e decisões para serem feitos na presença da incerteza. Estes julgamentos são assuntos para uma gama de influências, ambas explícitas e ocultas, que podem significativamente afetar o resultado. A gestão de riscos em cada nível está exposta a fontes surgindo de influências patentes ou veladas, agindo nos indivíduos e grupos que estão tentando tomar decisões baseadas em riscos com informações imperfeitas ou incompletas.</p>
<p>Independente dos tipos de riscos que enfrentamos, temos que seguir essas leis universais de gestão de riscos. Para gerenciar os riscos de maneira eficaz precisamos lidar com as incertezas que importam, seguir um processo estruturado, e levar em conta os aspectos pessoais.</p>
<p>Traduzido por Marconi Fábio Vieira</p>
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